Arquitetura Orgânica

O conceito de arquitetura orgânica começou com Frank Lloyd Right ” que acreditava que uma casa deve nascer para atender às necessidades das pessoas e do caráter do país como um organismo vivo. Sua convicção era de que os edifícios influenciam profundamente as pessoas que neles residem, trabalham ou rezam, e por esse motivo o arquiteto é um modelador de homens.”

Pensar a casa como um organismo vivo foi uma quebra de padrões arquitetônicos na época que era muito influenciada pelo racionalismo.

A  famosa casa da cascata, criada por Wright, apesar de ainda ter linhas retas, mascantes na época, insere-se organicamente na paisagem, como se tivesse nascido ali, pertencendo ao lugar.  Hoje, podemos ver exemplos de uma nova arquitetura orgânica, também muito interessante, que além de estar inserida ao lugar, utiliza-se das formas e proporções da natureza. Tal como ela (a natureza) nenhum ambiente ou edifício é igual a outro.

Esta forma de pensamento (sistêmico e não racional) difundiu-se no final do século XX e traz novas preocupações para a arquitetura, que passa a ser influenciada por uma nova ética, voltada para as implicações ambientais e humanas dos espaços construídos.  Pensar a casa como um organismo vivo é partir do pressuposto que ela interage com as pessoas e com a natureza local, podendo ter efeitos positivos ou negativos. Através desta conscientização, as interações podem ser previstas para que o resultado seja o mais satisfatório possível, em todas as esferas: ambiental,  social e psicológica.

Exemplo de arquitetura orgânica atual: criada por Gianluca Santosuosso

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