Como criar um condomínio ecológico?

As ações sustentáveis vêm afetando nossa forma de morar e os condomínios de casas ou edifícios buscam por alternativas para serem mais ecológicos e diminuir gastos com água e energia. Neste post você, morador ou síndico, poderá conhecer algumas formas de criar um condomínio ecológico ou mais sustentável.

Se você já mora num condomínio de casas ou apartamentos, há mudanças de pequena e grande escala que podem ser feitas para adequar o local que você vive e criar uma maior consciência ecológica entre os moradores.

Mudanças de pequena escala:

Criar coletores de resíduos sólidos separados:

O condomínio deve entrar em contato com os diferentes órgãos ou empresas que coletam resíduos e criar compartimentos no edifício. Além do lixo reciclável (metal, plástico, papel e vidro), é possível criar outros compartimentos: óleo de cozinha, pilhas e baterias, lixo eletrônico, roupas e objetos para doação para entidades carentes…

 

Compartimentos de lixo reciclável com cores diferentes para cada tipo de material, facilitando o processo de quem deposita o lixo e de quem o coleta.

Compartimentos de lixo reciclável com cores diferentes para cada tipo de material, facilitando o processo de quem deposita o lixo e de quem o coleta.

Conheça a ecycle, que possui um banco de dados dos postos de coleta de resíduos sólidos em várias cidades do Brasil.

 

Criar uma pequena horta ou pomar:

Sabe aquele canto que o paisagismo está feio e mal cuidado? Pode ser transformado numa horta ou pomar coletivos, em que os moradores ajudam a cuidar, ensinam as crianças e podem usufruir de alimento e temperos orgânicos. Quanto maior melhor, a idéia já foi implantada até em praças públicas na Europa. A horta também pode ter uma composteira para resíduos orgânicos dos moradores. Esta ideia de usar tonéis para criação das áreas deixa a horta com um charme a mais, fonte aqui.

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Substituir as lâmpadas:

Trocar as incandescentes do condomínio por outras de menor consumo e instalar sensores de presença nas áreas comuns: essa atitude pode diminuir em até 60% o consumo de energia do edifício. Veja mais neste post!

 

Mudanças de grande escala:

- Coletar água de chuva no telhado e utilizar para o jardim;

- Cobrir áreas como guaritas, quiosques, edículas, estacionamento com telhados jardins para aumentar área verde;

- Utilizar pavimentos permeáveis, permitindo a passagem de água e ar através de seu material, sendo absorvida pelo solo, tendo um impacto ambiental positivo ao ajudar na prevenção das enchentes, redução das ilhas de calor, recarga dos aqüíferos subterrâneos e manutenção das vazões dos cursos d’água nas épocas de seca;

- Instalar coletores de energia fotovoltaica para gerar energia para iluminação ou elevadores;

- Inserir paisagismo ecológico com uso de espécies nativas e aumento de permabilidade do solo;

- Melhorar o conforto térmico do edifício pela instalação de brises ou esquadrias de vidros especiais.

 

Atitudes ecológicas.

Atitudes ecológicas (Fonte: Rasca)

Os empreendedores também vêm buscando investir em sustentabilidade e a Ecodhome já executou um projeto de condomínio ecológico que ganhou um certificado de sustentabilidade pelo prêmio Holcim, O Condomínio ecoville.

Projeto Ecocondomínio EcoVille - projeto da Ecodhome arquitetura.

Projeto Ecocondomínio EcoVille – projeto da Ecodhome arquitetura.

 

O projeto engloba:

  • Arquitetura bioclimática com máximo aproveitamento de sol e ventos em todas as unidades;
  • Telhados verdes;
  • Uso de materiais de baixo impacto, renováveis ou reciclados;
  • Uso de pavimentação que garante a permeabilidade do solo;
  • Paisagismo ecológico;
  • Aproveitamento de água de chuva;
  • Aquecimento solar da água;
  • Tratamento de efluentes de forma descentralizada e de baixo impacto;
  • Uso de tintas e acabamentos com baixa emissão;
  • Gerenciamento de resíduos.

 

CONHEÇA MAIS SOBRE O PROJETO DO CONDOMÍNIO ECOLÓGICO AQUI!

 

 

 

 

Brise verde

O escritório japonês Hideo Kumaki criou um brise verde muito inteligente e fácil de fazer. Usou telas de proteção fixadas do chão ao teto e plantou trepadeiras que sobem pela tela. O resultado é esse aqui:

Tela com plantio de trepadeiras.

Tela com plantio de trepadeiras.

Este é o resultado depois de alguns meses.

Este é o resultado depois de alguns meses.

O espaço interno é muito agradável.

O espaço interno é muito agradável.

 

O clima fica agradável e protegido do sol.

O clima fica agradável e protegido do sol.

O próprio arquiteto sugere a solução para janelas e varandas existentes que recebem muito sol. Basta colocar algumas floreiras no chão e montar a tela:

Solução caseira para janelas com muito sol.

Solução caseira para janelas com muito sol.

Vamos plantar?

Vamos plantar?

 

 

 

Modelo de sustentabilidade na arquitetura: Real Goods Solar Living Center

O trabalho do arquiteto Sim Van Der Ryn é notável na área da sustentabilidade. Segundo seu portifólio, ele segue o princípio do Design for Life, ou seja, “desenho para a vida“, projetos feitos para valorizar a vida, inspirados na natureza, nos seus processos e ciclos e formas.

O projeto Real Goods Solar Living Center é um dos maiores modelos de sustentabilidade aplicada à arquitetura. Está localizado na Califórnia, EUA e foi projetado em 1996. Seus princípios de arquitetura sustentável são:

- projeto bioclimático;

- paisagismo sustentável com criação de espécies orgânicas;

- autonomia de energia;

- uso de água de chuva;

- materiais de baixo impacto, como a terra estabilizada (paredes em taipa).

A forma do complexo construído partiu do formato da espiral áurea, que é uma espiral logarítmica com um valor específico para o fator de crescimento. Este padrão é muito encontrado na natureza e para muitos estudiosos, é uma proporção pela qual identificamos a harmonia das formas. Os edifícios ao redor são escalonados e permitem que a luz e o calor do sol entre em cada ambiente de acordo com a necessidade de cada estação do ano.

Arquitetura sustentável

arquitetura bioclimática

A arquitetura bioclimática dos edifícios faz uso de luz natural com proteção através de brises:

Brises na arquitetura

No centro deste complexo está um espelho de água em espiral que serve para melhorar a umidade do ar e criar um elemento natural harmonico no centro.

Espelho dágua

Lago ornamental em espiral

O uso e efeito da luz natural nos ambientes tem grande importância nos espaços e são tratados de forma especial pelo benefício que trazem para os usuários. Um exemplo disso é a iluminação natural da loja, que vende produtos naturais feitos no local, as aberturas superiores é suficiente para iluminar o ambiente  e no meio da loja prismas criam um arco iris no chão pela incidência da luz solar.

Efeito de luz natural

As unidades habitacionais são criadas dentro do mesmo princípio, com formas orgânicas e paredes feitas em taipa. cada unidade tem sua produção própria de alimento:

O complexo é auto suficiente em energia, há fontes de energia alternativas em todos os espaços:

Fontes de energia alternativas

Brinquedos ecológicos e educativos

Se você quer eco-educar seus filhos e ensiná-los sobre energias renováveis, este brinquedos são super indicados. São peças movidas a energia solar. Basta colocá-los sob o sol que, através de uma pequena placa fotovoltaica, eles ganham energia para se movimentarem. Em vários modelos (sistema solar giratório, veículos solares e um pequeno inseto que anda e pula):

brinquedos movidos a energia solar

À venda na Supersoniko.

Eco atitude do dia – dia 39

A lâmpada queimou? Ótimo, aproveite e troque por outra de menor consumo! Hoje, na casa Modelo, foi trocada a última lâmpada incandescente, por uma de SuperLeds.

Lâmpadas incandescentes liberam a maior parte de sua energia sob a forma de fótons de luz infravermelha carregados de calor. Apenas cerca de 10% da luz produzida alcança o espectro visível, o que dá baixa eficiência energética para a lâmpada. As halógenas, mais modernas e com maior diversidade de iluminação, também são incandescentes e também não são muito eficientes energeticamente. Alguns exemplos de halógenas são (Fonte: Dcoração):

As novas gerações de lâmpadas eletrônicas e leds vêm se aprimorando e hoje podemos dizer que não há nenhum tipo de iluminação incandescente que não podemos substituir por outra de menor consumo. As lâmapadas incandescentes comuns podem ser substituídas por fluorescentes compactas, as dicroicas por dicroicas led, as PAR 20 por PAR 3 superLED:
Veja a comparação:

Um pouco mais sobre LEDs:
Não podem ser chamados de lâmpadas, pois geram luz por um princípio muito diferente, são diodos emissores de luz e funcionam através de um pequeno chip.
O que o LED tem de bom:

  • Baixíssimo consumo, já que os sistemas de iluminação consomem de 1 a 5 Watts;
  • Alta durabilidade, podem durar até 50 vezes mais que uma lâmpada comum, tornando o seu custo válido (geralmente são o dobro do preço das lâmpadas halógenas, por exemplo).

O que o LED tem de ruim:

  • Baixo fluxo luminoso, funcionando melhor quando está próximo da superfície a ser iluminada, não é indicado para pés direito altos;
  • Baixo índice de reprodução de cor: apesar de já haver no mercado LEDs com boa iluminação, seu indice ainda é menor que as halógenas.

Há outras opções para os casos de teto alto e necessidade de boa reprodução de cor?
Sim, para isso ainda há lâmpadas HCI que funcionam com vapor de sódio e são consideradas as mais eficientes do mercado, apesar de serem mais caras também. Saiba mais no site da Osram.

E não esqueça de descartar corretamente sua lâmpada velha! Você pode fazer isso levando até a loja que você comprou!

Eco lareiras para esquentar o inverno

Com o frio chegando aqui no sul do país, as contas de energia sobem um pouco por causa dos aquecedores e ar condicionados ligados. Saiba como aquecer sua casa sem precisar gastar energia:

Hoje, a opção mais ecológica, são as Eco lareiras a álcool, que são lareiras portáteis e câmaras de combustão que utilizam o tradicional álcool líquido (92,8oINPM), COMPRADO em SUPERMERCADOSe farmácias. Por não ter fumaça são atóxicas, pois têm emissões equivalentes a 4 velas acesas, ao contrário das lareiras a lenha, que emitem várias substâncias que podem ser prejudiciais a nossa saúde. A Eco lareira não precisa de instalações ou chaminés, e podem ficar até 3 horas acesas. veja alguns modelos da Artfire e da Eco Fireplaces:

Se você quer optar por uma lareira a gás ou mesmo a lenha, pode tomar alguns cuidados que vão aproveitar melhor o calor com menos custo. Como é o caso das lareiras metálicas ou as salamandras, que irradiam o calor por toda a sua superfície.

Eco atitude do dia – dia 23

Hoje é dia de faxina! E queria compartilhar uma dica importante para reduzir o consumo de energia na casa: descongele seu freezer. O congelador pode consumir até 20% mais energia se tiver cheio de gelo, portanto é preciso uma limpeza a casa 2 a 3 meses.

Faça isso e confira na sua conta de luz. E aproveite para reabastecer com alimentos saudáveis e não congelados prontos cheios de conservantes!

Cobogós na arquitetura bioclimática

O Cobogó é uma criação autêntica brasileira e marcou época na arquitetura dos anos 60. Sua invenção se deu a partir da necessidade de proteção das fachadas muito ensolaradas que ganham calor para o edifício, o sombreamento de aberturas é uma dos principais estratégias bioclimáticas no Brasil. Além de funcionais, seu efeito estético é muito interessante, parecendo um rendado na fachada. A seguir algumas fachadas com cobogós no Brasil e no mundo:

A casa Tangram, da DOMO arquitetos:

Dos mesmos arquitetos a Casa Cor de Brasília:

Alguns exemplos da década de 60:

Outros exemplos mais moderninhos:

É possível encontrar facilmente elementos vazados de concreto, que podem ser pintados de cores diferentes para dar um maior efeito visual. Algumas empresas estão recriando Cobogós quem vem sendo cada vez mais utilizado na arquitetura contemporânea. Este modelos são Elemento V:

Eco atitude do dia – dia 7

Na nossa casa, instalamos um sistema de aquecimento de água por placas solares. Basicamente o sistema funciona da seguinte forma: a água fria circula por placas sob o sol, o que a aquece. A água quente naturalmente sobe para um boiler para armazenagem, de onde vem a água para o banho. Acho esse sistema extremamente simples e eficiente, como todas as coisas inteligentes e inspiradas na natureza.

Pela nossa experiência, no verão o sistema é extremamente auto suficiente, e a água chega a 50-60 graus Celcius no verão quando o dia tem sol e permanece quente por até 3 dias nublados. Isso permite uma economia de cerca de R$ 60,00 mensais na nossa conta de energia no verão, 60% de economia! No inverno, é um pouco diferente, a água só fica quente em dias muito ensolarados e atinge no máximo 40 graus Celcius, necessitando de um apoio, no nosso caso é um chuveiro elétrico com a chave na posição verão, o que ainda nos dá uns 30% de economia de energia.

Se você pretende instalar um sistema de aquecimento solar, preste atenção: ele realmente não pode ser utilizado sozinho, mas não instale boiler com aquecimento elétrico, pois isso custará caro e não é nada eficiente! O boiler fica aquecendo mesmo quando não tem ninguém usando a água! A dica é usar mesmo o chuveiro elétrico, barato e eficiente, ou usar uma serpentina no fogão a lenha ou lareira, que são mais usados no inverno:

Bom, mas voltando à ecoatitude do dia, ontem a água estava morninha e eu não queria usar o chuveiro elétrico, tomei um banho ultra rápido! Essa é a atitude: economize água e energia no banho: tome banhos rápidos e eficientes!

De acordo com a Organização das Nações Unidas, cada pessoa necessita de 3,3 m³/pessoa/mês (cerca de 110 litros de água por dia para atender as necessidades de consumo e higiene). No entanto, no Brasil, o consumo por pessoa pode chegar a mais de 200 litros/dia! Os brasileiros gastam água demais no banho, até mesmo porque tomamos banho todos os dias, prática incomum no mundo, sabia? Mas não precisa parar de tomar banho, basta diminuir o tempo no chuveiro, um banho de 15 min gasta em torno de 135 litros de água, se diminuirmos pela metade, o que já é um bom banho, economizamos no final do mês mais de 2 mil litros!
Ah! Se vc mora em prédio e a pressão é muito alta, instale no chuveiro um controlador de vazão e economize mais água!

Isso sem falar que o banho também consome energia, um banho de chuveiro elétrico de 15 mim consome 135000W. Se o aquecimento for a gás ou a óleo, também estará consumindo energia, provinda do petróleo, material poluente e não renovável. Achei uma pesquisa feita pela USP que comprovou que o melhor e mais eficiente aquecimento de água é o solar + chuveiro elétrico, como ele se paga com o tempo (em média 3 anos) já que não consome muita energia, o custo acaba ficando igual ao chuveiro elétrico sozinho! Vejam a pesquisa:

Chuveiro elétrico
Água: R$ 0,13
Energia elétrica: R$ 0,09
Gás: -
Total: R$ 0,22

Consumo de água: 4 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 31
Híbrido (solar + chuveiro elétrico)
Água: R$ 0,14
Energia elétrica: R$ 0,08
Gás: -
Total: R$ 0,22

Consumo de água: 4,1 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 888
Solar
Água: R$ 0,31
Energia elétrica: R$ 0,04
Gás: -
Total: R$ 0,35

Consumo de água: 8,7 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 4.045
Gás
Água: R$ 0,28
Energia elétrica: -
Gás: R$ 0,30
Total: R$ 0,58

Consumo de água: 9,1 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 945
Boiler elétrico
Água: R$ 0,25
Energia elétrica: R$ 0,53
Gás: -
Total: R$ 0,78

Consumo de água: 8,4 litros
Custo de aquisição e instalação: R$ 1.855

Despesa mensal para família de quatro pessoas (cada um toma um banho por dia)

Chuveiro elétrico: R$ 26,40
Híbrido: R$ 26,40
Solar: R$ 42,00
Gás: R$ 69,60
Boiler: R$ 93,60

Dúvidas sobre aquecimento solar? Acesse aqui.

Coberturas sustentáveis

As coberturas dos edifícios são grandes responsáveis tanto pelo conforto ambiental no seu interior como na qualidade dos ambientes nas grandes cidades. Isto porque as coberturas são um grande pano de contato com o ambiente externo, interagem com os raios solares (absorvendo-os ou refletindo-os), influenciando tanto quem está dentro do edifício como no microclima urbano.

Neste post daremos exemplos de coberturas que podem ser consideradas mais sustentáveis.

As coberturas verdes são as mais populares, sendo os maiores exemplos de cobertura sustentável, pois além de seus ganhos térmicos, possui muitos ganhos para o microclima urbano.

As coberturas brancas vêm sendo muito divulgadas e já existem projetos de leis municipais no Brasil que incentivam o uso de telhas de cor clara. As telhas de cor clara têm alta capacidade reflexiva e impedem os ganhos de calor pela radiação do sol, melhorando o conforto térmico no interior do eficício. Além disso, as coberturas brancas não criam uma superficie quente, melhorando também o microclima urbano. No mercado existem telhas brancas com camadas termoacústicas que aumentam ainda mais o desempenho térmico da cobertura. O uso de coberturas reflexivas termoacústicas contam pontos nas certificações como LEED, Selo Azul da Caixa e AQUA. Se você tem uma cobertura escura, tem a alternativa de pintá-la de cor clara, segundo o Laboratório Lawrence Berkeley,na Califórnia, um telhado pintado de branco reflete até 90% do calor do Sol (diferente dos telhados escuros que absorvem), diminuindo em até 6 graus a temperatura dentro das edificações,com isso reduz de 20% a 70% o consumo de energia ligado a refrigeração dos ambientes( ar-condicionado e ventiladores).

No Brasil, há também telhas de material reciclado, feitas de tubo de pasta de dente ou de embalagens TetraPack. A casa Modelo feita pela Ecodhome tem a cobertura feita por estas telhas, que também são reflexivas devido à presença de alumínio.

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Há muitas soluções sustentáveis para as coberturas e é incrível pensar que as coberturas dos edifícios de uma cidade podem mudar a qualidade de vida de seus moradores. Portanto, cuidado ao selecionar o material para seu telhado! A Eco-cidade de TianJin, a ser construída na China é um exemplo a ser seguido, com seus telhados verdes e placas fotovoltaicas:

Caso você não abra mão de um telhado tradicional de telhas de barro, há a possibilidade de fazer escolhas acertadas: procure sempre comprar em empresas que têm garantia de qualidade; escolha por telhas sem esmalte, pois elas têm menos componentes tóxicos; escolha telhas de cores mais claras para refletirem os raios solares e utilize mantas de isolamento, muito comuns no mercado e que melhoram em 80% o conforto térmico da casa.